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domingo, 15 de dezembro de 2013

Carmen

Baby's all dressed up with nowhere to go
That's the little story of the girl you know
Relying on the kindness of strangers
Tying cherry knots
Smiling, doing party favours
Put your red dress on, put your lipstick on
Sing your song, song
Now the camera's on
And you're alive again
It's alarming, honestly
How charming she can be
Fooling everyone
Telling them she's having fun

She laughs like God
Her mind's like a diamond
Audiotune lies
She's still shinin'
Like lightning, white lightning
"You don't want to be like me
Lookin' for fun, gettin' high for free"
I'm dyin', I'm dyin'
She says
"You don't want to get this way
Streetwalk at night and a star by day"
It's tirin', tirin'

"Mon amour, je sais que tu m'aimes aussi
Tu as besoin de moi
Tu as besoin de moi dans ta vie
Tu ne peux vivre sans moi
Et je mourrerai sans toi
Je tuerai pour toi."

domingo, 8 de dezembro de 2013

Eu sei que o mundo pára (...)

(...) e nada precisa fazer sentido quando os teus olhos procuram os meus e eles se encontram cheios de amor.
Eu sei que tudo se torna mais fácil quando você chega de braços abertos recebendo toda a minha confusão. E eu sei, também, que eu não preciso mais ter medo de ficar sozinha no escuro ou de não ter alguém para andar de mãos dadas comigo para lugar nenhum. Eu tenho você. Eu tenho o teu olhar paralisado em mim enquanto eu durmo ou enquanto você tira o cabelo do meu rosto antes de me beijar. Eu tenho a tua mão que segura forte a minha mão quando eu sinto dor e a tua risada quando eu digo que “é coisa de mocinha”. Eu tenho a tua voz cantando pra mim quando eu não consigo dormir e tenho, também, a tua voz dizendo baixinho “estou com você”, último abraço.
Eu sei que nada, nada, nada, pode ser tão leve e tão bonito quanto sentir tuas mãos acariciando o meu rosto enquanto eu fecho os olhos deitando a cabeça no teu peito e você sorri baixinho agradecendo pela sorte de ter me encontrado. E aquele silêncio que fica diz tanta coisa…
E eu quero que esse nosso silêncio dure. E que a gente continue se encontrando em cada olhar. 
Eu te amo. Com todo amor do mundo.

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Dominação - (Quem é Senhor e quem é Escravo)

EU DONO, (?)

Possuo o teu corpo.
Todos os gestos de poder
são meus atos.
Teus desejos, são os meus.
EU te guiarei sem volta,
Agora somos apenas EU!

Sejas minha amante servil.
É tão SUBlime quando te castigo:
Te incendeio o corpo,
Te beijo o dorso,
Atocho-me em ti.
Faço meu tudo e meu todo.

Docemente obedeces,
Tú não és nada, eu o mundo!



EU ESCRAVA, (?)

"Amo três gestos seus
quando, senhor
se serves do meu corpo
me incendeias do seu próprio fogo
Por fim me penetras...
É poderoso, vivo, está feliz"

Mas Quando lhe encerro no abraço
que lhe envolvo entre minhas pernas
"depois disso cada minuto é meu"
Todos os gestos de amor
são meus rituais
e seu poder se esvai

A você resta uma breve vazão
a mim um mundo...

      Libertária

domingo, 24 de novembro de 2013

A month - the start of everything and my simply devotion.

“Descubra o ar, a beleza do banho de vento a balançar seus cabelos. 
Voe em seu balanço, criança, e eu serei o mais feliz.”

     Busquei em teus braços o frescor de um abraço no desespero e encontrei nos teus olhos a minha tão sonhada viagem ao sol. O calor de teu corpo a envolver o meu trouxe-me do inferno gelado e me arrepiou imediatamente. De seus olhos vieram os raios que me fizeram o coração voltar a pulsar, trazendo vida novamente ao tão ferido e adormecido. Muitos chamariam milagre. Eu chamo destino.
Parti sem te avisar e voltei ao gênesis. Observei em ma única noite toda uma trajetória – desejos, anseios, planos, brincadeiras, conselhos e parcerias. Mudamos tantas vezes de lugar no mundo! Já mudamos de nacionalidade, carreira, planos, hierarquia... Fomos reis, condes, vassalos, escravos, guerreiros, ladrões, ditadores e pacifistas. Já fomos homens, crianças, vampiros, zumbis, deuses, anjos e demônios. Já fomos eu, já fomos você, fomos nossos pais e nossos filhos. Fomos pais, fomos filhos, fomos casal, fomos órfãos, fomos viúvos. Fomos donos, objetos e escravos. Fomos nós.
     Nesta noite estive em vários mundos e busquei neles valores e conceitos que encontramos hoje em nós. Busquei desde a inocência, desde o marco-zero. Eu tenho amnésia, você me conhece bem. Como recuperei isso? Os sonhos vieram nas asas de um anjo – asas de base negra e pontas tão brancas que chegavam a cegar – e trouxeram em seu interior memórias roubadas. Confesso senhor meu; isso tudo que revi realmente me divertiu.
     Talvez a maturidade que me foi dada hoje, os olhos mais experientes e, sobretudo os segredos agora revelados me tenham permitido notar com mais afinco determinados fatos e sentimentos que antes se escondiam de meus olhos. Entenda senhor meu, meu adorado Conde, se hoje já sou uma pobre tola, naqueles dias eu era muito mais. De certa forma, porém, não me repreendo meu caro senhor: não sei dizer se eu era o melhor para as tuas asas naqueles dias. Se sou hoje? Não ouso questionar.
     Enfim. Por que fiz essa viagem? Você sabe que não sossego enquanto não sei/entendo tudo. Foi gratificante também. Antes de você e eu sermos nós, nós tínhamos grandes histórias também. Histórias inspiradoras, eu diria. O que notei, por fim, é que nós não seríamos nós sem essas histórias. Elas, em verdade, foram nosso gênesis.
     Como sempre, criei uma teoria: Os verdadeiros mistérios são cobertos por um véu até que os merecedores se mostrem realmente merecedores (e não, meu amado Conde, não entrarei em tais méritos novamente. Não ouso contradizer tuas convicções.). Geralmente tais merecedores passam por fases de grande aprendizado e só se mostram, por fim, depois da mais cruel delas. Imagine então, Mylord, passar pelo inferno e por fim presenciar o véu de teus olhos se desfazendo em minha frente? Ah, meu senhor! Não me vejo digna de tal visão, mas não consigo afastar meus olhos dela nem por pena de morte. Afinal, tal pena seria inválida já que foi exatamente tal visão que me devolveu a vida. Paguei caro por isso: paguei com meu coração, que foi depositado em tuas mãos. Não me arrependo, já que o mesmo tem se convertido por si só aos teus encantos. E eu, meu senhor, que sempre me vi tão irredutível, me vejo a cada dia mais curvada às tuas aberturas. Por que se mostra assim? Não tenho real ideia, meu Conde. Abri mão de seu poderio para manter-me em teus poderes como pequena. Passado e presente não me deram respostas que me fizessem aceitar sem questionar.
     Algo curioso acontece: meus questionamentos só ocorrem quando estou longe de ti. Talvez a distração de teu prisma e de tuas asas seja melhor que o pensar, que a lembrança imediata de teu riso e de teu toque (outras graças que não consigo compreender o porquê me dás) tão próximos e a vontade diante de mim me são mais proveitosas de previamente aceitar que o questionar intenso e eterno. Aceito então de bom grado, me pondo exatamente onde queres e como queres, realizando teus sonhos e desejos e fazendo-te realente o mais feliz. E segredo-te, amado meu, senhor meu, meu doce e belo Conde: acabo desta forma me pondo onde quero, como quero, realizando meus sonhos e desejos e fazendo-me realmente a mais feliz. De tua vassala me tomas como a tua rainha e como tua rainha me vejo como rainha do mundo. O mundo converte-se em teu mundo e este é o meu, onde quero estar e governar ao teu lado.
Tua condessa, tua vassala, tua amante, tua amada.

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Midnight confession

Eu deitei na cama com um livro de 1000 e poucas páginas. De 54 ainda faltam uma tortura para terminar e eu já deveria ter começado. Um determinado pensamento não tem deixado desde que comecei a subir minha rua. Sabe aquele pensamento que vem de não-sei-onde e nem-sei-porquê? Ele veio me lembrando de coisas bobas mas que me fazem bem demais. Me pediram ontem para definir momentos que me faziam bem. Hoje minha mente me deu em um segundo mais de mil para assimilar.
A primeira vez que fomos à catedral, a sua primeira oração na minha frente. A pessoa realmente despida de tudo que é negro. Só o coração branco, limpo e entregue, no sentimental e no religioso. A nossa "corrida" na Praça Tiradentes hoje, todos olhando, achando graça do casal bonitinho que só faz arte. Você dormindo no meu colo lá na faculdade, eu apagando no seu pra apagar a dor. O starbucks, você recitando o poema que tinha escrito para mim. Todas as inúmeras vezes que você me viu chorar e me aconchegou nos seus braços e me fez sentir nada além de paz. Todas as vezes que você abria seu olhar e me contava sua história, confiando em mim mais do que eu poderia desejar. Me mostrando os seus segredos mais obscuros (literalmente).
Enfim. Eu poderia passar a noite inteira definindo momentos, meu anjo, mas eu tenho que fazer trabalho da faculdade, comer algo, dormir. Tenha certeza, anjo meu. Aqui do outro lado da cidade eu já estou com saudade, uma saudade imensa. Então não demora, tá? Faz logo esse tempo correr porque eu preciso ver a sua dancinha idiota de novo.

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Música da vida

- Eu nunca dancei e se eu errar?
-dançar é algo mágico, você pode errar e continuar dançando, uma hora estará tão acostumada a dançar que demorará a cometer um erro. Venha deixe-me lhe ensinar

18 Rugby Street

" (...) Through those following days, scatterind your tears
Around the cobles of Paris. I deferred for a night
Your panics, your fevers, your worst fear -
The toad-stone in the head of your desolation.
The dream you hunted for, the life you begged
To be given again, our would never recover, never.
Your journal told me the story of your torture.
I guess how you visited each of our sacred shrines
In raging faith you'd catch him there, somehow,
By clairvoyance, by coincidence -
Normally child's play to a serious passion.
This was not the last time it would fail you.
Meanwhile there was me, for a few hours -
A few pence on the fare, for insurance.
Happy to be martyred for folly
I invoked you, bribing Fate to produce you.
Were you conjuring me? I had no idea
How I was becoming necessary.
Or what emergency surgery Fate would make
Of my casual self-service. I can hear you
Climbing the bare stairs, alive and close,
Babbling to be overheard, breathless.
That was your artillery, to confuse me:
Before coming over the top in your panoply
You wanted me to hear you panting. Then -
Blank. How did you enter? What came next?
(...)
Did we even sit? A great bird, you
Surged in the plumage of your excitement,
Raving exhilaration. A blueish voltage -
Fluorescent cobalt, a flare of aura
That I later learned was yours uniquely.
And your eyes' peculiar brightness, theis oddness,
(...)
For me yours were the novel originals.
And now at last I got a good look at you.
(...)
In its own séance, its own ether.
And I became aware of the mystery
Of your lips, like nothing before in my life,
Their aboriginal thickness. And of your nose,
Broad and Apache, nearly a boxer's nose,
Scorpio's obverse to the Semitic eagle
That made every camera your enemy,
The jailor of your vanity, the traitor
In your Sexual DReams Incorporated,
Nose form Attila's horde: a prototype face
That could have looked up at me through the smoke
Of a Navajo campfire. And your small temples
Into which yourhair-roots crowded, upstaged.
And your little chin, your Pisces chin.
It was never a face in itself. Never the same.
It was like the sea's face - a stage
For weathears and currents, the sun's play and the moond's.
Never a face until that final morning
When it became the face of a child - its scar
Like a Maker's flaw. But now you declaimed
A long poem about a black panther
While I held you and kissed you and tried to keep you
From flying about the room. For all that,
Your would not stay.

We walked south across Londo to Fetter Lane
And your hotel. Opposite the entrance
On a bombsite becoming a building site
We clutched each other giddily
For safety and went in a barrel together
Over some Niagara. Falling
In the roar of soul your scar told me -
Like its secret name ot its password -
how you had tried to kill yourself. And I heard
Without ceasing for a moment to kiss you
As if a sober star had whispered it
Above the revolving, rumbling city: stay clear.
A poltroon of a star. I cannot remember
How I smuggled myself, wrapped in you,
Into the hotel. There we were.
You were slim and lithe and smoth as a fish.
You were a new world. My new world.
So this is America. I marvelled.
Beautiful, beautiful America!"
- Birthday Letters - HUGHES, Ted 

domingo, 17 de novembro de 2013

Estado de Amor Puro

"O estado de amor puro, ele foi finalmente encontrado. Se eu fosse uma figura de importância pública ligaria para todas as emissoras de televisão, o amor foi encontrado. Eu estaria posicionada na frente de uma simples cadeira em uma sala branca contando tudo o que eu vi. Imaginaria pais e mães na frente de seus televisores acompanhados de seus filhos e sobrinhos, idosos e idosas largariam suas lembranças ou pequenos pensamentos da manhã e olhariam fixamente para mim. A esperança está viva, minha jornada chegou a algum lugar, como Dante, eu trago o que contar, pois se atentem e prestem atenção. Agora existe paz, ninguém a compreende quando ela finalmente chega, enraizando-se lentamente e sem nenhum motivo, apenas brotando de onde não havia nada além do desapego, da dor e do fim. No final de todas as coisas descobri que o amor nunca acaba, mas ele muda. Amo-te com esse novo amor que agora carrego. Ele nada pede. Nada espera, nada aguarda, ele apenas faz. Impulso pela vida, pulsando a cada vez que me aproximo de você. Em silêncio, apenas fique por perto e respire. Não exijo nada, apenas deixe que eu consiga mostrar todas as coisas que vejo pra você enquanto caminhamos sozinhos durante a noite. Você sorri duas, três ou quatro vezes, onde você esteve todo esse tempo? Onde eu estive durante todos esses anos? Nada mais importa. Não precisamos nos beijar para saber que sou completamente sua, não espero que me queira e não espero que eu lhe pertença, vamos ser amigos. Vamos ser colegas, vizinhos ou irmãos. Não precisamos estar abraçados para saber que estamos unidos, meu silêncio, ele grita o seu nome e até mesmo quem não te conhece te percebe na rua, após passar por mim. Estou vazando como uma velha barragem, mas eu não estou machucada, eu estou inundada e a cada pensamento existe um pedaço de seu nome. Você é a sombra de cada objeto, a luz que toca cada pedaço de letra, o estado de amor puro."
Por: Vanessa Oliveira 

sábado, 16 de novembro de 2013

Midnight Confidences



 - Eu desejo você desde o primeiro instante que te vi. - Sussurrou o homem nu, tão suado que o lençol fino sismava de grudar em seu peito forte. - Foi irracional, perturbador, inocente e intensamente delicioso sonhar em ficar assim com você. - Acabei por rir. Passar o dia inteiro na cama de um hotel barato nos fundos de Roma não tinha sido meu plano inicial, mas coisas acontecem. Me virei, me deitando sobre o corpo dele e deixando o lençol branco grudar agora em minhas costas molhadas. Aquela minha mania de tentar decifrar olhos em meio à escuridão me distraia por muito tempo, até que questionei. - E agora que conseguiu o que queria, o que quer de mim? - Meu corpo se moldou ao dele e escorregou por ele, aproveitando-se da umidade quente. Escorregou até tocar a boca na virilha do homem, num único beijo, sem deixar que o olhar se distanciasse do dele. Me olhava com curiosidade e me puxava novamente pelos cabelos, do jeito que tanto gostava. - Matar a saudade de você. E você fica. Eu não vou te deixar sair daqui agora. - Sair? - Questionei novamente em meio a uma gargalhada. Meu corpo novamente se encaixou contra o dele e o segurei pelos braços contra a cama. - Acho que quem vai implorar para sair daqui é você. - Ao longe, um sino de uma capela batia suas doze badaladas contra a noite italiana. Era o início de mais um dia. Longo dia.


quinta-feira, 14 de novembro de 2013

His lullaby song


Escute meu coração e eu tento segui-lo até onde ele me leva, é isso. Já não acordo em meio as sombras. Enfim posso respirar. Fiz uma busca profunda. Levou um tempo para resolver tudo. Mas encontrei tudo no dia que eu te tive. É difícil imaginar minha vida antes de você aparecer. Agora você é a luz que ilumina o caminho. Posso derreter as frias gotas de chuva; chegarei voando e salvarei o dia. Sempre tentarei sobreviver, melhor do que era para mim. Seu nome sempre será o primeiro em minhas orações. Apenas feche os olhos e eu estarei lá. É um mundo melhor, já que você é meu e eu sempre serei sua. 
Estou juntando todos os pedaços. Quando eu os remendar parecerei nova pois meu maior desejo já se tornou realidade. Sempre estaremos conectados, meu amor, como um botão a uma camisa. E esta canção de ninar fará você adormecer. É difícil imaginar minha vida antes de você aparecer. Agora você é a luz que ilumina o caminho. Posso derreter as frias gotas de chuva. Chegarei voando e salvarei o dia. Sempre tentarei sobreviver, melhor do que era para mim. Seu nome sempre será o primeiro em minhas orações. Apenas feche os olhos e eu estarei lá. É um mundo melhor já que você é meu e eu sempre serei sua. 
Estarei segurando o embrulho se você vier e cair. E sempre haverá amor depois de tudo. Sempre estaremos conectados, meu amor, como um botão a uma camisa. E esta canção de ninar... Posso derreter as frias gotas de chuva.Chegarei voando e salvarei o dia. Sempre tentarei sobreviver, melhor do que era para mim. Seu nome sempre será o primeiro em minhas orações. Apenas feche os olhos e eu estarei lá. 
É um mundo melhor já que 
você é meu e eu sempre serei sua.

segunda-feira, 11 de novembro de 2013


“A gente não precisa dar certo, basta a gente saber aproveitar o momento. A gente não precisa fazer planos, basta a gente deixar rolar e ver no que da. A gente não precisa usar aliança de compromisso, nem tirar mil e uma fotos provando um tal amor verdadeiro. A gente não precisa sentir ciumes, vamos nos pertencer sem ninguém precisar saber. A gente não precisa sair todos os dias, ou receber ligações na madrugada. A gente não precisa conhecer os familiares um do outro, sentar na mesa dia de domingo e ouvir histórias de quando éramos crianças. A gente não precisa brigar sempre também, mas as poucas brigas tem que terminar na cama. A gente não tem que ter medo de seguir em frente. A gente tem um ao outro, mesmo não parecendo ter nada. Entendeu?”

sábado, 9 de novembro de 2013

"Existe uma antiga lenda árabe...


... que diz que a cada sorriso que alguém põe em nosso rosto uma nova estrela nasce em algum lugar no céu. E que a cada momento que passamos pensando nessa pessoa mais próximas essas estrelas ficam da gente. Talvez, isso explique o céu cada vez mais cheio de estrelas desde que você chegou. Ou como as estrelas ficam cada vez mais próximas quando olho nos teus olhos e denuncio em um sorriso o quanto você me faz bem. E porque, mesmo acostumada a contar as estrelas sozinha, sinto sua presença quando te penso. E, mesmo quando não penso, elas fazem questão de me lembrar o motivo delas brilharem tanto pra mim. Elas se unem e formam o teu nome, só para me fazer ter certeza de que o nosso encontro estava escrito nos céus. Com lenda ou não, o importante é que a tua chegada tornou a escuridão um vazio muito mais bonito de ser contemplado. Você me ilumina."

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

"E é incrível...

... no que uma simples frase se transforma, o que ela passa a representar, não é dita todo dia e nem a todo o tempo, mas seu significado não se perde, apenas se torna mais especial e incrivelmente me cativa e me instiga, a cada simples olhar eu espero ansiosamente pelo próximo e me pergunto quando você irá sussurrar novamente no meu ouvido o seu doce: Eu te amo."
Por: Lucas Mariano ♥ 

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

“Meu amor me abraça na hora de dormir. E sorri na hora de acordar. Meu amor conversa dormindo e nem lembra. Meu amor sabe que tenho um lado birrento. E às vezes faz birra também. Meu amor deixa o restinho de café na xícara e acha graça da quantidade de guardanapo que gasto. Meu amor gosta de comida bem quente e vinho bem gelado. Meu amor rói as unhas e faz cara de criança quando digo pra ele tirar a mão da boca. Meu amor divide a vida comigo. E essa é a melhor coisa que existe.”

sábado, 2 de novembro de 2013

"Palavras minhas:

Não chore, pois cada volta minha há de apagar o que minha ausência te causou e, mesmo longe, estarei sempre ao lado teu. Você vive dentro do meu coração e da minha mente e nada é capaz de tirar você daqui... Hoje uma lágrima de felicidade veio e eu deixei ela vir, isso um pouco depois que eu me virei... Me sinto em paz..."
Por: Lucas Mariano 

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

24.10.2013 - The end of the begining.

Num certo dia, do nada, a criatura some do mapa. Desaparece sem uma puta palavra, sem um aviso. Some no ar. É, eu tendo a ser perseguida por essas mágicas... Enfim. Você se pergunta o que diabos houve e o silêncio te responde. O tempo passa, você não esquece. Afinal, como esquecer a criatura mais louca e racional, seu parceiro de crimes, assassinatos, planos para explodir o colégio ou dominar o mundo? Hitler, meu filho, é melhor você se cuidar; a gente é capaz de ferrar com você!
Enfim. Sabemos que tudo que sobe tem que descer, que tudo que vai, volta. Me surpreender sempre foi uma das maiores virtudes dessa criatura (o que revido hoje prazerosamente 'hoho) e a criança aparece de novo, do nada! No início a gente ignora quem some do nada, não? Afinal, quem geralmente faz isso não se importa realmente com quem fica. Ele volta e diz meia-duzia de coisas sem sentido por não poder explicar muita coisa. Com o tempo acaba explicando tudo e você se sente péssima por ter julgado. Só queria estar mais perto, voltar a falar bobagens e discutir história, geografia, política, mitologia, filosofia, sociologia, desenhos animados, romances, sociedades secretas e cor da unha do pé. Isso volta aos poucos. Todos bem, exceto por uma cidade longe da outra. Aturável. Ok, quase isso: a gente sente falta também da criatura te pentelhando pela forma com que come lasanha ou babando quando você pinta o cabelo de vermelho (e sim, as escadas da FAETEC ainda têm as marcas de saliva. Como não inundou? Vá saber!). Novamente tudo que sobe tem que descer, e tua vida cai, toda! Qualquer tipo de rumo, fuga e destino fogem de suas vistas e você fica simplesmente... Sozinha? Todos ao seu redor pensam apenas com a primeira camada poluída do cérebro quando você precisa ir à camada mais funda, mais interna. Razão pura. Quem chega? Ele! O dono da razão mais cara de pau do mundo inteiro resolve abrir os braços e demonstrar que sua forma de pensar estava certa. Você ganha um anjo protetor. Depois de dias, você reencontra a pessoa e grita: “CACETE! TU VIROU UM POSTE!” Sua altura se torna simplesmente um nada perto da pessoa, e você só ouve: “Criança...”
Seu anjo da guarda retorna e com direito a cookies caseiros. SIM!, eu entendo o porquê da sua mãe querer te enfiar na cozinha de segunda à sexta (e eu secretamente concordo. Rs.) Pode alguém ficar triste com aqueles cookies? Bem, aquilo curou minha tristeza, é. Visitas diárias à faculdade com doces, doces e mais doces e muitas gargalhadas pela forma com que os comia. Isso é sacanagem, mas foi bom. As coisas foram mudando devagar. Você se enche de paz novamente, se sente realmente bem depois de tudo. E pelo visto a paz não era só minha. Você acaba por encher o coração de alguém de paz e sentido e isso transborda pra você. Você se freia no início mas abre sua guarda aos poucos. Deixa um carinho, trava um selinho. Deixa um selinho mas trava um beijo. Até que você simplesmente deixa que aconteça. E não se arrepende, felizmente. Ouve os sinos de uma catedral, seu anjo dizer que você tem as respostas em sua mão e vozes do passado a repetir o quanto seriam “bonitinhos” juntos. E somos, não?
Enfim, meu Conde. Pra quê isso tudo? Eu não sei. Eu também não planejava te dar a sua resposta hoje, mas aconteceu e eu não me arrependo e duvido que eu vá. Eu só te agradeço: agradeço pela sua paciência, pelo seu carinho, pelo seu afeto, pelo seu amor que chegou em tão boa hora, pela sua força, pelos seus ensinamentos. Agradeço pela chegada, pela confiança, pelo ombro, ouvido, colo, abraço, falar e, sobretudo, agradeço por ter me mostrado que eu posso, sim, retribuir aos poucos o que me é dado. E quero retribuir tudo, sem reservas. Quero que dê certo, e sei que dará.

domingo, 20 de outubro de 2013

A mon Compte


Porque dos corações de monstro, o teu é o mais doce e puro, querido Conde. E em vez de uma aliança mortal forçada, escolhi a imortal. Sempre terás o meu gosto em tua boca e sempre terei tuas marcas em minha pele. A noite já não é mais noite, já que teu olhar me ilumina como o sol.
Do sol já não preciso - tu o és.
Da lua já não preciso - é teu presente para mim em todas as noites, até que o dia se torne cinzas.

White night fantasy

I dream of wolves, with them I run. For me she lengthened the night.
I am home. I am in peace.

 Crestfallen soul rest for this night. 
 Love is here; right here under my wings.

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Always.

It's all the same, only the names will change 
Everyday it seems we're wasting away 
Another place where the faces are so cold 
I'd drive all night just to get back home

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

London, October 05th, 2013.

Dear Diary,
Maquiavel volta a me aconselhar junto a um gole seco de whisky. Eu confesso que senti falta de meu velho conselheiro, mas achei que tinha chegado o tempo de deixá-lo para trás. Estava enganada. Eu não sabia que o acharia perdido nas ruas de Londres. Esse vento frio é uma benção e uma tortura ao mesmo tempo. 
Eu não vi o quanto mudei. Fui doce, fria, imatura; nessa mesma ordem de acontecimentos, o que é um tanto estranho. Nasci de novo depois de minha juventude? Eu não sei. 
Sei que é tarde, mas precisava andar. Trouxe Hórus comigo, nosso Husky Siberiano. É um filhote lindo, arteiro e companheiro. Nosso? Eu não sei onde estou com a cabeça. Eu não sei de mais nada.

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Há pelo menos três dias atrás Cristina apareceu na choupana depois de um dia no vilarejo aqui de Grossglockner. Está fazendo frio, mas ainda assim ela foi capaz de ir fazer compras e eu não sei se é apenas um hábito dela, ou se faz parte de querer me agradar, a única coisa que sei é que estou adorando. Ela é a primeira mulher pela qual me encanto após meses de turbulência e não há um meio para explicar, ela sabe exatamente o que fazer, como fazer e está sempre pronta para me atender, independente das circunstâncias. Eu sei que ela vai estar ali me esperando com os braços abertos, que vai me oferecer seu pescoço e que me permitirá ficar embriagado com o cheiro suave e amadeirado de sua pele. Não tenho vontade de soltá-la, não quero deixá-la ir embora e tudo o que acontece aqui, dentro de mim, não passa de uma novidade que me preenche e me faz sorrir de lado a lado a cada vez que ela aparece na minha frente, a cada vez que ela me chama de amor. Não quero ir embora daqui, embora eu saiba que tenho obrigações em Londres e que prometi ficar fora somente por uma semana. Não quero deixar para trás o conforto que encontrei nela e nos braços dela, na pele quente que sabe me aquecer e nos beijos doces que me enriquecem a alma. Aos poucos, Cristina está me trazendo de volta ao mundo. 

Para Cristina, 5 de Setembro de 2013.

Por: Brian.

domingo, 1 de setembro de 2013

Grossglockner, 23:57; september 1st, 2013

Brian:  - Não é qualquer uma, meu bem. É você. Meus últimos casamentos foram péssimos. Já te disse, me envolvi sempre com mulheres loucas, mas nunca havia me importado tanto com isso. Só que a Elizabeth me destruiu, ela me afastou do mundo e eu fiquei preso, eu perdi as manhas. Então, voltei com a minha segunda esposa... estávamos finalmente indo bem quando ela se suicidou e eu recuei de novo. Eu não me abriria pra qualquer outra pessoa, eu estou me abrindo para você. 


Cristina:  - Eu não preciso contar nada do que aconteceu comigo. Você sabe muito bem o quanto chorei nos seus ombros por não ser a melhor, por ser algo simplesmente trocável por qualquer coisa. Eu não consigo mais amar daquele jeito tão intenso, capaz de fazer de tudo por quem amo. E, acredite, essa incapacidade me destrói. Mas... aqui com você, eu esqueço de tudo isso. Me sinto uma garotinha de novo descobrindo o quanto é bom estar ao lado de alguém. Eu me descubro novamente, e eu amo isso. Se eu já te amava e admirava como amigo, agora as coisas estão crescendo e eu não quero frear isso. Mas eu não vou te prender. Eu não vou te afastar do mundo. E eu vou te dar mais manhas ao invés de te tirar elas. Eu quero amar você com todas as minhas forças, Brian, não só pelo quanto você me faz feliz, mas pelo quanto eu te faço feliz também.


Brian: - Já disse que nós passamos por coisas que outras pessoas talvez não fossem suportar, mas nós estamos aqui. E eu sei o que é essa coisa de não conseguir amar do mesmo jeito...a gente sempre fica com um pé atrás, fica com medo de pular e de se espatifar no chão, de novo. Mas não vou te deixar cair e quero que confie em mim. Quero que confie em mim porque já te dei motivos para isso, tanto antes, como creio que estou dando agora. Eu não sei onde vamos chegar, sei que estamos indo bem e que você está me correspondendo. Você está gostando das coisas que estão acontecendo, e eu também estou. Feche os olhos, meu bem e deixe fluir. Nós saberemos o que fazer, sempre. E eu estou aqui, por você e para você. Promete não se esquecer?

sábado, 31 de agosto de 2013

Pico Grossglockner; Áustria - 5 a.m


Pico Grossglockner; Austria.
Ainda está escuro aqui e Brian dorme profundamente ao meu lado. Seu lado possessivo, aflorado até mesmo durante o sono, não o deixa se afastar de mim; sua mão está entre minhas coxas, quente. 
Trazer-me para essa Porta do Paraíso (como me aventurei a chamar mentalmente essa visão linda) foi uma surpresa inexplicavelmente perfeita. Brian me conhece bem, sabe meus gostos e desgostos, sabe como me porto exatamente em cada situação, então foi fácil para ele armar tal 'cilada'. Sabia que viríamos para um lugar frio, e que passaríamos algum tempo em um lugar aconchegante. Mesmo sabendo disso, meu doce Malfoy conseguiu me surpreender intensamente (além de quase me matar de curiosidade): manteve-me longe no Check-in no aeroporto para que eu não visse o destino, vendou meus olhos no carro para que não visse o caminho final. Ao fim, surpresa: o paraíso é me dado de presente.
Certas pessoas dizem que se envolver amorosamente com seu melhor amigo é vantajoso: ele conhece seus atos, seu passado, suas feridas e suas alegrias. Sabe o que gosta, o que deixa de gostar e o que te faz gostar. Sabe exatamente o que te machuca e evita tais coisas. Agora posso dizer que isso é real. Brian tem sido o motivo de meu sorriso e sei que tenho sido o dele também. Até dormindo ele sorri! É uma cena doce, confesso... Eu me distraio com ele ao meu lado, assim.
O melhor de tudo é que ele acerta em tudo. Esse lugar é perfeito, com pouca gente ao redor e a neve a cair é uma inspiração e tanto para qualquer coisa. Brian sabe da minha paixão por lareiras e até nisso ele pensou. Quando penso (ou tento pensar) em quantos anos nos conhecemos, me perco, mas sei que tem muito tempo por causa desses detalhes. A graça é que nessa viagem conheci a rápida metamorfose do frio ao calor, sendo sempre feita em questão de segundos. Posso dizer que no frio, fui bem aquecida pelo fogo, pelo vinho, pelos braços de Brian e por esse sentimento suave que está nascendo, despertando tão sutilmente quanto o nascer do sol. Me sinto ansiosa para ver o sol nascer, mas me sinto tão radiante quanto ele.
Ainda temos uma semana inteira aqui, mas já sinto aquela estranha sensação de não querer ir embora. Não sei se é a Austria ou se é Brian. Só sei que estou finalmente em casa. 

sexta-feira, 30 de agosto de 2013


Uma batalha interna tomava Cristina enquanto estava sentada na cama ao lado de Brian, arrumada para o trabalho mas sem a mínima vontade de sair dali. A sombra de possessividade de Brian era clara quando ele tentava buscar com seus braços fortes o corpo que já não estava mais deitado ao lado dele. Visivelmente irritado por aquilo, acabava por se encolher nas cobertas. Isso tudo banhado numa doçura inexplicável. Era isso que a fazia querer ficar, mesmo com a palavra dever pressionando seus sentidos. Cristina não gostava de comer pela manhã, mas fez questão de deixar uma bandeja no criado-mudo para ele quando acordasse. Uma caneca térmica com chocolate quente, pães frescos com queijo derretido e um cacho de uvas. Para dar um ar de mimo e um toque romântico e carinhoso, pegou uma rosa do jardim e colocou sobre a bandeja, acima de um bilhete.




Amor, você tem noção do quanto você é lindo ao dormir? Se surpreenderia ao saber que fiquei te olhando por horas sem conseguir me levantar. A vontade que eu tenho é de ficar aqui, mas o trabalho me chama. Lá, eu sei que a saudade vai apertar de novo, eu vou querer ouvir sua voz, sentir seu toque, seu corpo quente, me apoderar do seu beijo de novo, te massagear no banho e finalmente dormir de novo enroscada no seu corpo nu, meu mais novo vício e mais intenso desejo. Eu sinceramente espero que o dia passe rápido, bem rápido, para que eu possa te ter de novo. Fique bem aquecido, coma e quando comer as uvas, lembre-se do meu beijo que te aguarda com a mesma doçura.
PS: Já estou com saudades, meu, meu lindo.

Tua Cristina.♥
 

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