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segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Dominação - (Quem é Senhor e quem é Escravo)

EU DONO, (?)

Possuo o teu corpo.
Todos os gestos de poder
são meus atos.
Teus desejos, são os meus.
EU te guiarei sem volta,
Agora somos apenas EU!

Sejas minha amante servil.
É tão SUBlime quando te castigo:
Te incendeio o corpo,
Te beijo o dorso,
Atocho-me em ti.
Faço meu tudo e meu todo.

Docemente obedeces,
Tú não és nada, eu o mundo!



EU ESCRAVA, (?)

"Amo três gestos seus
quando, senhor
se serves do meu corpo
me incendeias do seu próprio fogo
Por fim me penetras...
É poderoso, vivo, está feliz"

Mas Quando lhe encerro no abraço
que lhe envolvo entre minhas pernas
"depois disso cada minuto é meu"
Todos os gestos de amor
são meus rituais
e seu poder se esvai

A você resta uma breve vazão
a mim um mundo...

      Libertária

domingo, 24 de novembro de 2013

A month - the start of everything and my simply devotion.

“Descubra o ar, a beleza do banho de vento a balançar seus cabelos. 
Voe em seu balanço, criança, e eu serei o mais feliz.”

     Busquei em teus braços o frescor de um abraço no desespero e encontrei nos teus olhos a minha tão sonhada viagem ao sol. O calor de teu corpo a envolver o meu trouxe-me do inferno gelado e me arrepiou imediatamente. De seus olhos vieram os raios que me fizeram o coração voltar a pulsar, trazendo vida novamente ao tão ferido e adormecido. Muitos chamariam milagre. Eu chamo destino.
Parti sem te avisar e voltei ao gênesis. Observei em ma única noite toda uma trajetória – desejos, anseios, planos, brincadeiras, conselhos e parcerias. Mudamos tantas vezes de lugar no mundo! Já mudamos de nacionalidade, carreira, planos, hierarquia... Fomos reis, condes, vassalos, escravos, guerreiros, ladrões, ditadores e pacifistas. Já fomos homens, crianças, vampiros, zumbis, deuses, anjos e demônios. Já fomos eu, já fomos você, fomos nossos pais e nossos filhos. Fomos pais, fomos filhos, fomos casal, fomos órfãos, fomos viúvos. Fomos donos, objetos e escravos. Fomos nós.
     Nesta noite estive em vários mundos e busquei neles valores e conceitos que encontramos hoje em nós. Busquei desde a inocência, desde o marco-zero. Eu tenho amnésia, você me conhece bem. Como recuperei isso? Os sonhos vieram nas asas de um anjo – asas de base negra e pontas tão brancas que chegavam a cegar – e trouxeram em seu interior memórias roubadas. Confesso senhor meu; isso tudo que revi realmente me divertiu.
     Talvez a maturidade que me foi dada hoje, os olhos mais experientes e, sobretudo os segredos agora revelados me tenham permitido notar com mais afinco determinados fatos e sentimentos que antes se escondiam de meus olhos. Entenda senhor meu, meu adorado Conde, se hoje já sou uma pobre tola, naqueles dias eu era muito mais. De certa forma, porém, não me repreendo meu caro senhor: não sei dizer se eu era o melhor para as tuas asas naqueles dias. Se sou hoje? Não ouso questionar.
     Enfim. Por que fiz essa viagem? Você sabe que não sossego enquanto não sei/entendo tudo. Foi gratificante também. Antes de você e eu sermos nós, nós tínhamos grandes histórias também. Histórias inspiradoras, eu diria. O que notei, por fim, é que nós não seríamos nós sem essas histórias. Elas, em verdade, foram nosso gênesis.
     Como sempre, criei uma teoria: Os verdadeiros mistérios são cobertos por um véu até que os merecedores se mostrem realmente merecedores (e não, meu amado Conde, não entrarei em tais méritos novamente. Não ouso contradizer tuas convicções.). Geralmente tais merecedores passam por fases de grande aprendizado e só se mostram, por fim, depois da mais cruel delas. Imagine então, Mylord, passar pelo inferno e por fim presenciar o véu de teus olhos se desfazendo em minha frente? Ah, meu senhor! Não me vejo digna de tal visão, mas não consigo afastar meus olhos dela nem por pena de morte. Afinal, tal pena seria inválida já que foi exatamente tal visão que me devolveu a vida. Paguei caro por isso: paguei com meu coração, que foi depositado em tuas mãos. Não me arrependo, já que o mesmo tem se convertido por si só aos teus encantos. E eu, meu senhor, que sempre me vi tão irredutível, me vejo a cada dia mais curvada às tuas aberturas. Por que se mostra assim? Não tenho real ideia, meu Conde. Abri mão de seu poderio para manter-me em teus poderes como pequena. Passado e presente não me deram respostas que me fizessem aceitar sem questionar.
     Algo curioso acontece: meus questionamentos só ocorrem quando estou longe de ti. Talvez a distração de teu prisma e de tuas asas seja melhor que o pensar, que a lembrança imediata de teu riso e de teu toque (outras graças que não consigo compreender o porquê me dás) tão próximos e a vontade diante de mim me são mais proveitosas de previamente aceitar que o questionar intenso e eterno. Aceito então de bom grado, me pondo exatamente onde queres e como queres, realizando teus sonhos e desejos e fazendo-te realente o mais feliz. E segredo-te, amado meu, senhor meu, meu doce e belo Conde: acabo desta forma me pondo onde quero, como quero, realizando meus sonhos e desejos e fazendo-me realmente a mais feliz. De tua vassala me tomas como a tua rainha e como tua rainha me vejo como rainha do mundo. O mundo converte-se em teu mundo e este é o meu, onde quero estar e governar ao teu lado.
Tua condessa, tua vassala, tua amante, tua amada.

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Midnight confession

Eu deitei na cama com um livro de 1000 e poucas páginas. De 54 ainda faltam uma tortura para terminar e eu já deveria ter começado. Um determinado pensamento não tem deixado desde que comecei a subir minha rua. Sabe aquele pensamento que vem de não-sei-onde e nem-sei-porquê? Ele veio me lembrando de coisas bobas mas que me fazem bem demais. Me pediram ontem para definir momentos que me faziam bem. Hoje minha mente me deu em um segundo mais de mil para assimilar.
A primeira vez que fomos à catedral, a sua primeira oração na minha frente. A pessoa realmente despida de tudo que é negro. Só o coração branco, limpo e entregue, no sentimental e no religioso. A nossa "corrida" na Praça Tiradentes hoje, todos olhando, achando graça do casal bonitinho que só faz arte. Você dormindo no meu colo lá na faculdade, eu apagando no seu pra apagar a dor. O starbucks, você recitando o poema que tinha escrito para mim. Todas as inúmeras vezes que você me viu chorar e me aconchegou nos seus braços e me fez sentir nada além de paz. Todas as vezes que você abria seu olhar e me contava sua história, confiando em mim mais do que eu poderia desejar. Me mostrando os seus segredos mais obscuros (literalmente).
Enfim. Eu poderia passar a noite inteira definindo momentos, meu anjo, mas eu tenho que fazer trabalho da faculdade, comer algo, dormir. Tenha certeza, anjo meu. Aqui do outro lado da cidade eu já estou com saudade, uma saudade imensa. Então não demora, tá? Faz logo esse tempo correr porque eu preciso ver a sua dancinha idiota de novo.

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Música da vida

- Eu nunca dancei e se eu errar?
-dançar é algo mágico, você pode errar e continuar dançando, uma hora estará tão acostumada a dançar que demorará a cometer um erro. Venha deixe-me lhe ensinar

18 Rugby Street

" (...) Through those following days, scatterind your tears
Around the cobles of Paris. I deferred for a night
Your panics, your fevers, your worst fear -
The toad-stone in the head of your desolation.
The dream you hunted for, the life you begged
To be given again, our would never recover, never.
Your journal told me the story of your torture.
I guess how you visited each of our sacred shrines
In raging faith you'd catch him there, somehow,
By clairvoyance, by coincidence -
Normally child's play to a serious passion.
This was not the last time it would fail you.
Meanwhile there was me, for a few hours -
A few pence on the fare, for insurance.
Happy to be martyred for folly
I invoked you, bribing Fate to produce you.
Were you conjuring me? I had no idea
How I was becoming necessary.
Or what emergency surgery Fate would make
Of my casual self-service. I can hear you
Climbing the bare stairs, alive and close,
Babbling to be overheard, breathless.
That was your artillery, to confuse me:
Before coming over the top in your panoply
You wanted me to hear you panting. Then -
Blank. How did you enter? What came next?
(...)
Did we even sit? A great bird, you
Surged in the plumage of your excitement,
Raving exhilaration. A blueish voltage -
Fluorescent cobalt, a flare of aura
That I later learned was yours uniquely.
And your eyes' peculiar brightness, theis oddness,
(...)
For me yours were the novel originals.
And now at last I got a good look at you.
(...)
In its own séance, its own ether.
And I became aware of the mystery
Of your lips, like nothing before in my life,
Their aboriginal thickness. And of your nose,
Broad and Apache, nearly a boxer's nose,
Scorpio's obverse to the Semitic eagle
That made every camera your enemy,
The jailor of your vanity, the traitor
In your Sexual DReams Incorporated,
Nose form Attila's horde: a prototype face
That could have looked up at me through the smoke
Of a Navajo campfire. And your small temples
Into which yourhair-roots crowded, upstaged.
And your little chin, your Pisces chin.
It was never a face in itself. Never the same.
It was like the sea's face - a stage
For weathears and currents, the sun's play and the moond's.
Never a face until that final morning
When it became the face of a child - its scar
Like a Maker's flaw. But now you declaimed
A long poem about a black panther
While I held you and kissed you and tried to keep you
From flying about the room. For all that,
Your would not stay.

We walked south across Londo to Fetter Lane
And your hotel. Opposite the entrance
On a bombsite becoming a building site
We clutched each other giddily
For safety and went in a barrel together
Over some Niagara. Falling
In the roar of soul your scar told me -
Like its secret name ot its password -
how you had tried to kill yourself. And I heard
Without ceasing for a moment to kiss you
As if a sober star had whispered it
Above the revolving, rumbling city: stay clear.
A poltroon of a star. I cannot remember
How I smuggled myself, wrapped in you,
Into the hotel. There we were.
You were slim and lithe and smoth as a fish.
You were a new world. My new world.
So this is America. I marvelled.
Beautiful, beautiful America!"
- Birthday Letters - HUGHES, Ted 

domingo, 17 de novembro de 2013

Estado de Amor Puro

"O estado de amor puro, ele foi finalmente encontrado. Se eu fosse uma figura de importância pública ligaria para todas as emissoras de televisão, o amor foi encontrado. Eu estaria posicionada na frente de uma simples cadeira em uma sala branca contando tudo o que eu vi. Imaginaria pais e mães na frente de seus televisores acompanhados de seus filhos e sobrinhos, idosos e idosas largariam suas lembranças ou pequenos pensamentos da manhã e olhariam fixamente para mim. A esperança está viva, minha jornada chegou a algum lugar, como Dante, eu trago o que contar, pois se atentem e prestem atenção. Agora existe paz, ninguém a compreende quando ela finalmente chega, enraizando-se lentamente e sem nenhum motivo, apenas brotando de onde não havia nada além do desapego, da dor e do fim. No final de todas as coisas descobri que o amor nunca acaba, mas ele muda. Amo-te com esse novo amor que agora carrego. Ele nada pede. Nada espera, nada aguarda, ele apenas faz. Impulso pela vida, pulsando a cada vez que me aproximo de você. Em silêncio, apenas fique por perto e respire. Não exijo nada, apenas deixe que eu consiga mostrar todas as coisas que vejo pra você enquanto caminhamos sozinhos durante a noite. Você sorri duas, três ou quatro vezes, onde você esteve todo esse tempo? Onde eu estive durante todos esses anos? Nada mais importa. Não precisamos nos beijar para saber que sou completamente sua, não espero que me queira e não espero que eu lhe pertença, vamos ser amigos. Vamos ser colegas, vizinhos ou irmãos. Não precisamos estar abraçados para saber que estamos unidos, meu silêncio, ele grita o seu nome e até mesmo quem não te conhece te percebe na rua, após passar por mim. Estou vazando como uma velha barragem, mas eu não estou machucada, eu estou inundada e a cada pensamento existe um pedaço de seu nome. Você é a sombra de cada objeto, a luz que toca cada pedaço de letra, o estado de amor puro."
Por: Vanessa Oliveira 

sábado, 16 de novembro de 2013

Midnight Confidences



 - Eu desejo você desde o primeiro instante que te vi. - Sussurrou o homem nu, tão suado que o lençol fino sismava de grudar em seu peito forte. - Foi irracional, perturbador, inocente e intensamente delicioso sonhar em ficar assim com você. - Acabei por rir. Passar o dia inteiro na cama de um hotel barato nos fundos de Roma não tinha sido meu plano inicial, mas coisas acontecem. Me virei, me deitando sobre o corpo dele e deixando o lençol branco grudar agora em minhas costas molhadas. Aquela minha mania de tentar decifrar olhos em meio à escuridão me distraia por muito tempo, até que questionei. - E agora que conseguiu o que queria, o que quer de mim? - Meu corpo se moldou ao dele e escorregou por ele, aproveitando-se da umidade quente. Escorregou até tocar a boca na virilha do homem, num único beijo, sem deixar que o olhar se distanciasse do dele. Me olhava com curiosidade e me puxava novamente pelos cabelos, do jeito que tanto gostava. - Matar a saudade de você. E você fica. Eu não vou te deixar sair daqui agora. - Sair? - Questionei novamente em meio a uma gargalhada. Meu corpo novamente se encaixou contra o dele e o segurei pelos braços contra a cama. - Acho que quem vai implorar para sair daqui é você. - Ao longe, um sino de uma capela batia suas doze badaladas contra a noite italiana. Era o início de mais um dia. Longo dia.


quinta-feira, 14 de novembro de 2013

His lullaby song


Escute meu coração e eu tento segui-lo até onde ele me leva, é isso. Já não acordo em meio as sombras. Enfim posso respirar. Fiz uma busca profunda. Levou um tempo para resolver tudo. Mas encontrei tudo no dia que eu te tive. É difícil imaginar minha vida antes de você aparecer. Agora você é a luz que ilumina o caminho. Posso derreter as frias gotas de chuva; chegarei voando e salvarei o dia. Sempre tentarei sobreviver, melhor do que era para mim. Seu nome sempre será o primeiro em minhas orações. Apenas feche os olhos e eu estarei lá. É um mundo melhor, já que você é meu e eu sempre serei sua. 
Estou juntando todos os pedaços. Quando eu os remendar parecerei nova pois meu maior desejo já se tornou realidade. Sempre estaremos conectados, meu amor, como um botão a uma camisa. E esta canção de ninar fará você adormecer. É difícil imaginar minha vida antes de você aparecer. Agora você é a luz que ilumina o caminho. Posso derreter as frias gotas de chuva. Chegarei voando e salvarei o dia. Sempre tentarei sobreviver, melhor do que era para mim. Seu nome sempre será o primeiro em minhas orações. Apenas feche os olhos e eu estarei lá. É um mundo melhor já que você é meu e eu sempre serei sua. 
Estarei segurando o embrulho se você vier e cair. E sempre haverá amor depois de tudo. Sempre estaremos conectados, meu amor, como um botão a uma camisa. E esta canção de ninar... Posso derreter as frias gotas de chuva.Chegarei voando e salvarei o dia. Sempre tentarei sobreviver, melhor do que era para mim. Seu nome sempre será o primeiro em minhas orações. Apenas feche os olhos e eu estarei lá. 
É um mundo melhor já que 
você é meu e eu sempre serei sua.

segunda-feira, 11 de novembro de 2013


“A gente não precisa dar certo, basta a gente saber aproveitar o momento. A gente não precisa fazer planos, basta a gente deixar rolar e ver no que da. A gente não precisa usar aliança de compromisso, nem tirar mil e uma fotos provando um tal amor verdadeiro. A gente não precisa sentir ciumes, vamos nos pertencer sem ninguém precisar saber. A gente não precisa sair todos os dias, ou receber ligações na madrugada. A gente não precisa conhecer os familiares um do outro, sentar na mesa dia de domingo e ouvir histórias de quando éramos crianças. A gente não precisa brigar sempre também, mas as poucas brigas tem que terminar na cama. A gente não tem que ter medo de seguir em frente. A gente tem um ao outro, mesmo não parecendo ter nada. Entendeu?”

sábado, 9 de novembro de 2013

"Existe uma antiga lenda árabe...


... que diz que a cada sorriso que alguém põe em nosso rosto uma nova estrela nasce em algum lugar no céu. E que a cada momento que passamos pensando nessa pessoa mais próximas essas estrelas ficam da gente. Talvez, isso explique o céu cada vez mais cheio de estrelas desde que você chegou. Ou como as estrelas ficam cada vez mais próximas quando olho nos teus olhos e denuncio em um sorriso o quanto você me faz bem. E porque, mesmo acostumada a contar as estrelas sozinha, sinto sua presença quando te penso. E, mesmo quando não penso, elas fazem questão de me lembrar o motivo delas brilharem tanto pra mim. Elas se unem e formam o teu nome, só para me fazer ter certeza de que o nosso encontro estava escrito nos céus. Com lenda ou não, o importante é que a tua chegada tornou a escuridão um vazio muito mais bonito de ser contemplado. Você me ilumina."

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

"E é incrível...

... no que uma simples frase se transforma, o que ela passa a representar, não é dita todo dia e nem a todo o tempo, mas seu significado não se perde, apenas se torna mais especial e incrivelmente me cativa e me instiga, a cada simples olhar eu espero ansiosamente pelo próximo e me pergunto quando você irá sussurrar novamente no meu ouvido o seu doce: Eu te amo."
Por: Lucas Mariano ♥ 

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

“Meu amor me abraça na hora de dormir. E sorri na hora de acordar. Meu amor conversa dormindo e nem lembra. Meu amor sabe que tenho um lado birrento. E às vezes faz birra também. Meu amor deixa o restinho de café na xícara e acha graça da quantidade de guardanapo que gasto. Meu amor gosta de comida bem quente e vinho bem gelado. Meu amor rói as unhas e faz cara de criança quando digo pra ele tirar a mão da boca. Meu amor divide a vida comigo. E essa é a melhor coisa que existe.”

sábado, 2 de novembro de 2013

"Palavras minhas:

Não chore, pois cada volta minha há de apagar o que minha ausência te causou e, mesmo longe, estarei sempre ao lado teu. Você vive dentro do meu coração e da minha mente e nada é capaz de tirar você daqui... Hoje uma lágrima de felicidade veio e eu deixei ela vir, isso um pouco depois que eu me virei... Me sinto em paz..."
Por: Lucas Mariano 
 

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