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sexta-feira, 14 de novembro de 2014

To my mom. The only one. Always.

Hey,  mãe.  Estou com insônia, pra variar,  e pensando na confusão que era pra eu dormir quando eu era pequena. Lembra de quando eu ficava acordada mas fingindo que eu estava dormindo? Uma vez a Buni falou uma bobagem e eu não conseguia manter o meu disfarce direito,  e então a senhora disse: hey, não precisa fingir,  Stefanie. E nós três acabamos por cair na gargalhada. Lembra?
Passou tão rápido, né? Vinte anos na porta, fazendo faculdade, trabalhando...  Quando a senhora imaginou que seria assim, huh? Estamos ficando velhas. E a parte boa da nossa pequena diferença de idade é que eu não posso dizer que a senhora está ficando velha sozinha. Pode usar essa contra mim, eu te dou os meus direitos autorais.
Sabe, mãezinha, muita coisa aconteceu esse ano, e eu te juro que foi bastante insano, doentio e desesperador. Eu tive que (de novo) crescer rápido demais, mais até do que eu queria. E sabe, eu lembro do meu fogo-no-rabo de querer fazer 18 logo e agora me arrependo tanto...  Eu acabei perdendo tanta coisa da minha infância e adolescência que eu não não vou poder mais resgatar... E isso as vezes me deixa louca, sabe? Mas sabe-se lá se eu fiz o certo. O futuro é hoje mas ainda está bem longe pra saber o real resultado de tudo.
De uma coisa estou certa: por mais que a gente sempre acabe num arranca-rabos gigantesco, nunca posso dizer que estive sozinha. E por isso eu te agradeço, mãezinha; por ter a certeza de que tive seu apoio até mesmo nas decisões que mais pareciam erradas pro meu futuro e mostrar real preocupação com essas questões. Por nunca me forçar a fazer nada. Pra mim,  esse é o real significado de ser mãe, e eu espero que quando eu o for, eu tenha isso vindo do seu coração.
Só me promete uma coisa? Não importa quantos quilômetros nos separem, não esqueça nunca o quanto te amo e que pra sempre eu vou ser sua garotinha, sua gorda (mesmo magrela hoje em dia).
Eu te amo.

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